sábado, 13 de dezembro de 2008

Tem dias que você não pode se enfrentar...

Hoje to muito estranho.

Quieto.

Longe.

Os papos não chegam perto de mim.

Distante. 


Pensei na minha vida, minhas opções. 


Pensei que tá na hora de desistir de algumas coisas.

Não estou aguentando mais.



É muito difícil ser diferente de todo mundo, 
e eu não sou mais capaz disso.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Quando não sobra nada.

Briguei com a menina que eu mais gosto. 
Mas minhas desculpas não servem. 
E espero que o tempo passe para ela me perdoar.

Em casa, minha família brigando,
e eu,
inerte,
Não tenho forças, no momento,
para fazer nada.

A terapia desse dia de hoje foi ao extremo,
e não consigo nem requerer o abraço dos meus amigos.

Na verdade, não sei quem abraçar sem chorar.
Não queria dizer nada.
Só que lessem o que meus olhos insistem em dizer...

Testando ao extremo

Vontade de chorar,
e não consigo.

Minha mãe, conversando do meu lado,
meu coração querendo dizer tudo,
mas só o Péricles.

O cara forte, o cara sensível,
divertido.

O cara que é o sonho dela.
O cara que pode tudo,
casar,
ter filhos,
ser feliz,
ser o responsável.

O Péricles é aquele que não pode dizer ao mundo que tá sensível
e fraco no momento.

O Péricles tá aqui,
pronto para ser abraçado,
e não descobrirem nada dele.


O Péricles,
tá longe.

Eu to aqui dentro.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sem titulo 2

Hoje, assim como sábado, magoei mais uma pessoa que amo.

Não quero justificar o que fiz,
pedirei desculpas,
mas não sei e sei o que acontece comigo.


Perdi o controle.
Perdi a real noção das minhas ações.

Mas não interessa só isso agora.

Espero que as pessoas que me cercam, e espero, que me amem, entendam.

Principalmente quem não sabe o que me atormenta e o que me fere.

Não tenho justificativa nenhuma para agir desse jeito inconsequente.




Não tenho força suficiente para entender meu momento.

Tenho lágrimas. 
Silenciosas.


E que na verdade,  se curam com um abraço, sem perguntas.

Lágrimas cessam.
Atitudes não. 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Sem título mesmo

Um dia atribuirei vontades próprias aos sonhos. Descobrirei o caminho certo da verdade, não o caminho traçado perfeitinho.

Pedirei desculpas, serei educado, domesticado.

Leão precisa sempre de uma rainha ou uma bela princesa, para proteger e amar.

Precisa de carinho também e isso tem faltado.


Afiei minhas garras demais e onde encosto vem o sangue.

De quem não quero machucar, mas que insisto em dominar.


Tenho esse falso poder: acho que posso ter tudo ou alguém.


Não sei que poder tenho, ou quais.

Acho que queria ficar um tempo longe. 

Perder as garras.

Ter carinho.

Meu.


Ter a liberdade de ver sozinho.


Que to com medo. 

Passando dos limites

Estou escrevendo aqui hoje para pensar no que fiz.
No que falei.
No que senti.

Esperando desculpas que só o tempo dará,
porque as desculpas já foram tentadas.

Não estou arrependido: tá feito.
Eu não posso retirar o que disse, tampouco o tempo voltará.


Sei lá,
tem horas que só o tempo passando...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

3 de diciembre de 2008

"Um mês depois..."

Quisera eu entender o que aconteceu um mês depois.

Luto por pelo menos...uma opção?
E de que jeito...

E principalmente qual opção?

Serei sustentado pela mesma..
no começo do verão?
da Azaração?

Ou simplesmente mais solteiro no ano novão?


Quisera eu ter umas respostas.


Sei, que corro atrás delas.
De maneira que possa. 

Porque acho, passei do meu limite máximo da minha sandice e pertinência. 

Sei lá...
passei de um ponto... e não sei como ficarei.


A resposta em 2009 ou antes?